O Bloqueio

Certo Boss procura assumir o comando, mas está difícil (claro, o contrário seria estranho). Ele pretende descobrir fórmulas pragmáticas de administrar a Empresa, e depara-se com fortíssimas dificuldades. Uma delas é o facto de existirem muitos que querem estar no seu lugar. Que desejam ocupar esse posto de liderança, para saborear o doce e egocêntrico sabor do Poder. Por isso, atacam-no constantemente, montando estratégias bloqueadoras cuja intenção é derrubá-lo!

O Chefe não é nenhum Santo Papa. Alguns indícios especulatórios ou reais denunciam tal mentalidade satânica (cruzes). Todavia, aqueles que tanto opõem, criticam e bloqueiam, também ou se calhar, possuem chifres escondidos, iguais e até piores. Daí vem a problematização desta pequena empresa, que coloca a falência como um final trágico, porque parece não haver substitutos sem chifres por enquanto (ok, mas a esperança não pode morrer pa)!

Entretanto, é caso pra dizer “aonde é que eu ouvi, li e vi isto?!”, pois o histórico empresarial desta administração quase quarentona, revelou imensas teorias auspiciosas terminadas em bloqueios, que projetam desgraças em áudios, textos e vídeos (porra, tantas absorções catastróficas), a serem forçosamente absorvidas pelos pequenos e médios empregados desta companhia administrativa.

Que, por sua vez, deviam exercer uma melhor cidadania em vez de estabelecer uma confortável parceria com a alienação e neutralidade, esperando os de “cima resolver” e os de “baixo padecer”. Afinal, por mais que haja nesta administração, mudanças, danças das cadeiras, o resultado insiste em permanecer o mesmo: quase todos são prisioneiros das forças de bloqueio. E o desbloqueamento? Para quando? Será uma utopia? A mentira é que a possível falência não irá afetar a vida da maioria nesta Empresa, e a verdade é que o assunto em voga continua idêntico, apenas a maneira de grafar é que muda!

                  Lauro José Cardoso
 

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